
Alice sentiu algo que ela nunca tinha sentido antes, algo parecido com um pano fino parecia a envolver, ela sentia algo penetrar e caminhar entre suas veias era algo bom de se sentir, ela sentiu mais alegre após colocar o colar, ela sabia que o que estava sentindo era algo bom, ela só não entendi o que estava acontecendo. Alice olhou para o estojo e tirou o forro vermelho que antes estava o colar, ela encontrou um papel e reconheceu logo a caligrafia fina de Afonso.
Agora que sei que o colar está em suas mãos, preciso lhe contar a respeito dele. Ele não é um colar qualquer, na verdade, ele é um colar qualquer, mas a pétala de prata que ele tem como pirgente não é um simlples pirgente. Essa pétalas é mágica, foi nossa mãe que deixou de herança para mim, por ser o filho mais velho, como eu não tinha filhos resolvir deixa-la para você. Agora que você sabe, vou lhe contar tudo, nossa bisavó e alguns amigos dela encontraram a fada das flores, essa fada deu a cada um dos cincos amigos uma pétala mágica, cada um de uma cor diferente, as pétalas passaram de geração em geração e nós, a quarta é que estamos com elas, a nossa bisavó disse que cada um dos quatro amigos dela e ela fizeram uma joia para levar a pétala mágica de cada um, ela fez um colar que é esse que você, creio eu, está usando. Os poderes dele eu não sei, mas sei que ele é mágico e dá a você poderes especiais, tornando você uma mutante.
Afonso Rasputin
Ela devolveu o papel ao estojo e o cobriu com o forro vermelho então olhou para o colar e o apertou sentindo que a pétala a fortalecia, ela sentia também algo mágico fluir dentro dela, ela agora entendia, ela tinha se tornado uma mutante agora restava descobrir os seus poderes.
- Wendhy, eu preciso lhe confessar uma coisa, espero que você esteja preparada, pois isso pode mudar nossas vidas. - disse Alex em um tom serio.
- Você sabe que sou uma mulher forte, estou preparada para qualquer coisa. - disse Wendhy corajosamente. Ela que antes estava deitada, agora estava sentada na beirada da cama olhando fixamente para Alex esperando anciosa ele confessar.
- Bom, você sabe que Afonso morreu, e... é... - gaguejou Alex que agora nao consegui olhar nos olhos de Wendhy, ele lavantou da cama e começara a andar pelo quarto.
- O que tem Afonso, meu Deus, você não? Foi você? - disse Wendhy que levantara ao ouvir Alex dizer "Afonso morreu", ela ficou um pouco desesperada e mais anciosa pela confissão de Alex.
- Não, não, mas eu sei quem foi. E a pessoa está me... é... - disse Alex que conseguia olhar nos olhos de Wendhy, ao olhar bem nos olhos dela, ele tomou coragem, parecia que Wendhy o fortalecia, mas ela o fortalecia. - ...é, a pessoa está me ameaçando e preciso com urgência fugir, e se você quiser, pode vim comigo.
- Claro que vou, eu vou onde for preciso, nunca que eu te abandonaria. - disse Wendhy abraçando Alex com muita força fazendo ele sentir melhor, mais do que já estava.
- Então arruma as malas, nós vamos para Italia hoje, antes do almoço. - disse Alex euforico.
Wendhy subiu e arrumou as malas e uma hora depois os dois sairam com as malas prontas, estavam indo para o Aeroporto, mas antes de Alex sair de casa, o telefone tocou. Ele olhou para Wendhy que fez um sinal de aprovação, então foi atender.
- Alô! - comprimentou Alex.
- Não pense que pode fugir assim, sem pagar nada. - ameaçou uma pessoa que a voz passava uma sensação de terror para Alex que ao ouvir desligou.
- Vamos, temos que ir rapido, ele sabe que vamos viajar hoje, mas ele nao sabe a hora, temos que ir depressa. - disse Alex jogando as malas no carro e ligando-o, Wendhy ficou um pouco assustada, mas por gostar de aventuras correu logo para o carro, ela estava sobre o efeito da adrenalina, ela se empolgava facilmente com pequenas aventurinhas como essa. Os dois chegaram no Aeroporto, por sorte, eles encontram uma fila vazia de uma agência de viagens e ainda pelo efeito da sorte tinham passagens para Italia no mesmo horario, eles compraram as passagens e embarcaram depressa no avião, o avião decolou Alex ficava olhando toda hora para trás durante a corrida por um vôo e quando embarcou viu que o assassino de Afonso estava ali. Quando o avião já estava longe do aeroporto, eles viram uma grande explosão vindo de trás deles, alguém avia atacado o aeroporto da onde eles tinha saido, eles tinham sidos salvos por um vôo.
- Não acredito! Conseguimos. - disse Alex aliviado, ele olhou para Wendhy e a beijou.
- É foi por pouco, mas agora, você poderia me contar quem era. - disse Wendhy que nao disfarçava a curiosidade.
- Eu acho melhor não, não agora, mas você será a primeira a saber, quero esquecer o infeliz, quero viver ao seu lado. - disse Alex pensativo.
- Então está bom, nao irei te obrigar a falar o que você nao quer, então por quê estamos indo para Italia, foi o primeiro lugar que veio em sua mente? Ou tem algum motivo especial? - disse Wendhy parecendo uma investigadora.
- Bom, eu nasci lá, resolvi voltar para ver meus pais e apresentar você. - disse Alex que agora contemplava o rosto de Wendhy.
O vôo chegou na Italia após 4 horas de viagem, os dois desembarcaram e pegaram um taxi.
Nenhum comentário:
Postar um comentário