
Numa cidade chamada Isabelli, diversas aventuras aconteceram, essas que marcaram a vida da cidade, Isabelli é uma linda cidade do Brasil, pertence ao litoral baiano e cobiçada por muitos turistas da europa, por ser uma cidade muito tropical os europes e alguns ingleses vieram para se estabelecer nela, e suas grandes familias hoje vivem aqui. A familia Rasputin é uma das mais respeitadas, e por isso vamos começar falando um pouco dela. O patriarca da familia, Guiol Rasputin teve dois filhos, um chamado Afonso e outra menina que simplesmente fora roubada na hora do nascimento, enquanto a irma de Afonso estava sumida, todos da familia amavam e dedicavam suas vidas a Afonso, até que todos da familia morreu e Afonso herdeu só, a fortuna da familia.
Dando um longo salto começemos a aventura.
Afonso acabara de guardar o colar com a pétala de prata dentro do cofre, e saiu de casa, uma pessoa encapuzada o seguiu, e ele desconfiado fez um outro trageto atraindo o seguidor para um beco sem saída, esse beco era estreito e havia varias latas de lixo, uma escada dava acesso a uma area de serviço de um dos muitos predios daquele quarteirão, como estava de noite, o beco estava meio escuro por causa das poucas lampadas acesas do local. Ao chegar nesse beco, Afonso ficou invisivel e o seguidor ficou procurando aonde estaria Afonso, Afonso então deu uma rasteira no seguidor que caiu batendo a cabeça na lata de lixo proxima, por bater na ponta da lata de lixo ele caiu meio inconciente.
- O quê você quer comigo? Por quê me segue? - perguntou Afonso batendo no rosto do homem que voltou a si. O homem tirou o capuz, ele um homem com aparência jovem de rosto fino e o nariz achatado, as buchechas grandes e os olhos meio puchados, mas nao tanto igual ao dos orientais.
- Me mandaram te seguir, e nada q você fizer me fará contar quem foi. Sou fiel ao meu senhor. - disse o homem em tom de arrogancia e confiança, ele olhou para o céu contemplando algo, estava imaginando o seu senhor mas voltou a si no mesmo instante.
- E o que o seu senhor quer de mim? - perguntou Afonso que agora aparecia visível.
- Ele quer te matar, quer algo que você têm, e matando você ficará facil de pegar. - disse o homem.
- Mas se você é tão fiel assim, por quê contas o que o seu mestre quer? Eu se fosse fiel, só faria o trabalho e nao entraria em detalhes com estranhos e pior com a vitima. - disse Afonso admirado ao ver a atitude do fiel seguidor.
- Você disse tudo, você nao faria isso, eu nao sou você, portanto... - disse o homem arrogante.
- Então, ele que me matar, pois então, estou aqui, pode me matar. - disse Afonso desafiando o homem.
- Não seja tolo, se fosse para matar você, tinha te matado desde quando saiu de casa. - disse o homem.
- Então nao vou ficar aqui perdendo meu tempo, tenho muito o que fazer. - disse Afonso chateado e tornou ficar invisível.
O dia estava quase acabando, o sol estava se pondo, e os alunos da C.A.S.A. (Centro de Agentes Secretos e Anormais) estavam indo para o refeitorio ir jantar. Afonso o diretor estava, como sempre, sentado na cadeira do meio da mesa dos professores pois aquela cadeira era ocupada pelo diretor, ao lado esquerdo de Afonso estavam Fernando, Guilherme, Kalleb e Poli, ao lado esquerdo estavam, Wendhy, Brad, Bianca e Alex e nas diversas mesas de quatro ocupantes os alunos. O refeitorio era grande, a mesa dos professores estava no lugar mais alto do refeitorio e localizava-se na frente das outras mesas, dando a visualização do refeitorio todo e todas as mesas.
- Bom dia a todos, hoje, como o ultimo dia de aula, vocês saberam suas notas e depois estaram dispensados para poder voltar a casa dos seus familiares, e com uma grande dor no coração quero avisar-lhes que a C.A.S.A. não pode estar mais funcionando no ano proximo, devido alguns problemas. - disse Afonso para os alunos, muitos pararam de comer e prestara atenção, outros continuaram e so parando poucos segundos ao ouvir "fechar a escola", alguns professores receberam a noticia ali e também, como alguns alunos, ficaram surpresos.
Todos terminaram de comer e foram para as salas verificar se tinham passados ou não, quase a maioria tinha passado, exceto uns 10 alunas na C.A.S.A. toda, esses que iriam permanecer mais uma semana nas férias para tentar os testes de novo, todos foram dispensados e voltaram para suas casas.
Afonso foi da C.A.S.A. para o museu que ficava a poucos metros de distancia da C.A.S.A. e de sua residência, ele ficou por lá durante pouco tempo, e voltou para sua casa. Em casa ele tomou um banho e ficou no escritorio, ele estava recordando o encontro com o homem que ele nao conhecera, e ficou pensando em que seria o "senhor" dele, ele abriu o cofre e verificou se o colar com a pétala de prata estava ainda lá, e ao ver ela fechou o cofre, pouco tempo depois a campanhia de sua casa toca e ele vai ate lá atender. Ao abrir a porta ele vê um enorme clarão o atingir e cai na porta, morto.
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